Quarta-feira, 21 de Maio de 2008
Marina da Barra
“Ribau Esteves mantém apoio ao projecto”
O projecto da Marina da Barra encontra-se nas «mãos do senhor primeiro-Ministro», disse anteontem ao Diário de Aveiro o presidente da Câmara de Ílhavo, Ribau Esteves. O autarca não adianta, no entanto, muito mais sobre o assunto, considerando que neste momento não deve «dizer mais» sobre um projecto que está «a dar os seus passos».
Está em causa um investimento privado de cerca de 150 milhões de euros, na construção dos espaços de atracagem de embarcações, imobiliário e infra-estruturas.
O projecto teve movimentos a favor e contra. A favor posicionou-se Pedro Silva, presidente da Região de Turismo da Rota da Luz, que chegou a referir uma posição também favorável do Instituto de Turismo de Portugal.
Também querem a marina a Administração do Porto de Aveiro e o deputado Afonso Candal. Em Janeiro do ano passado, este socialista disse que o Governo estava aberto a discutir o projecto e em Fevereiro seguinte, o Secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, admitiu a possibilidade de o viabilizar desde que «salvaguardadas as questões legais e de respeito pelo ambiente».
Este ano, foi também admitida a possibilidade da marina ganhar o estatuto de projecto de Potencial Interesse Nacional (PIN). Anteontem, Ribau Esteves disse ao Diário de Aveiro que esta classificação pode ou não acontecer. «Há essa possibilidade», disse. No dia 4 do passado mês de Abril, Ribau Esteves disse ao Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, que viabilizar o projecto da Marina seria «honrar o contrato que fez com a sociedade privada».
O Movimento pelo Futuro da Barra, criado em 2002, desenvolveu várias iniciativas contra e o então ministro do Ambiente, Isaltino Morais, discordou do projecto, defendendo a sua redução em 50 por cento. Ribau Esteves respondeu dizendo que a declaração foi suportada em «informações erradas».
É de esperar uma resposta final do primeiro-ministro José Sócrates acerca do projecto, projecto esse de grande investimento privado, e que em muito pode ajudar no combate ao desemprego na região. Por outro lado há a questão do impacto ambiental que de modo nenhum pode ser deixada de lado.
A pergunta que deixamos no ar é a seguinte: será que tem viabilidade a construção de uma super marina na zona da Praia da Barra sabendo que a sua construção pode muito bem “estragar” a bela paisagem que esta localidade possui?

Programa Polis é solução para a Ria de Aveiro
O Governo anunciou na terça-feira que vai avançar com a criação de um programa “Polis” para a Ria de Aveiro, que integrará as várias intervenções necessárias e a respectiva programação financeira.
A informação foi avançada pelo ministro do Ambiente, Nunes Correia, durante a discussão do Orçamento na especialidade, tendo referido que vão ser criados também programas “Polis” para a Ria Formosa e Costa Vicentina.
O ministro anunciou que irá criar, por despacho, nos próximos dias, a equipa que terá à sua responsabilidade conceber e montar o Polis Ria de Aveiro.
Segundo o deputado do PS Afonso Candal, eleito pelo círculo de Aveiro, “não se trata de urbanizar a Ria, mas de aproveitar o rótulo do Polis para uma intervenção integrada na Ria de Aveiro, com uma liderança definida, aproveitando a arquitectura das sociedades Polis”.
O Polis da Ria de Aveiro deverá aproveitar estudos já feitos pela Administração do Porto de Aveiro (APA) e pela Associação de Municípios da Ria(AMRia), no que respeita à requalificação dos canais e melhoramento das margens.
“Todos os intervenientes estão de parabéns porque não de trata de “very-lights” para problemas instantâneos ou modelos avulsos. São boas notícias, que demonstram claramente que há um olhar estruturado quanto ao futuro da Ria”, comentou.
Apesar disso, para aquele deputado, o anúncio feito por Nunes Correia “não prescinde de uma intervenção mais rápida na Ria de Aveiro, nomeadamente ao nível do desassoreamento”.
Afonso Candal admite que a responsabilidade pelo Polis da Ria de Aveiro venha a recair sobre a Administração Regional Hidrográfica, cuja comissão instaladora é presidida por Teresa Fidelis.
A criação de uma entidade gestora para a Ria de Aveiro tem sido reclamada por várias autarquias ribeirinhas e partidos políticos, desde que a jurisdição sobre a Ria deixou de estar entregue à administração portuária, o que tem conduzido à degradação da rede de canais.
Notícia publicada na edição 819, no dia 15 de Novembro de 2007
Quinta-feira, 1 de Maio de 2008
As obras na Ponte da Barra

As obras que estão a decorrer na ponte da Barra, desde Fevereiro do ano passado, têm o seu fim previsto para o dia 24 do próximo mês, o que perfaz um período de construção de um ano e três meses.
Fernando Caçoilo, vereador do pelouro das Obras e Equipamentos, da autarquia ilhavense, confirma que «o acordo entre o empreiteiro e o dono da obra (Estradas de Portugal) aponta o final de Maio como a data de finalização dos trabalhos», garantindo estarem a ser efectuados todos os esforços por parte da empresa no sentido de cumprir este prazo.
Nesta altura, procede-se aos acabamentos da parte superior do tabuleiro, ao nível do isolamento e revestimentos. Nas palavras do vereador, «o trabalho “escondido” já está feito». Assim, não estão previstos mais cortes totais de trânsito, a não ser «pontualmente, de cinco ou dez minutos».
A reparação e o reforço estrutural da ponte foram os objectivos desta empreitada, que visou, de acordo com a Estradas de Portugal, «estancar o mecanismo básico de degradação da estrutura, que consiste na corrosão das armaduras causada pela acção dos iões de cloreto transportados por via aérea e, também, por contacto com a água salgada da Ria». Procedeu-se, ainda, a um alargamento do tabuleiro, em 80 centímetros, para permitir a passagem de peões e ciclistas, ficando ambas as pistas protegidas por rails. Também a iluminação sofreu alterações. Os postes desapareceram, tendo as lâmpadas ficado colocadas nos lancis.
O anúncio de que a Ponte da Barra vai reabrir ao trânsito, no próximo dia 24 de Maio, fica a marcar as comemorações do sétimo aniversário da elevação da Gafanha da Nazaré a cidade, ontem realizadas.
O presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Ribau Esteves, disse que, «como obra importantíssima que é, está previsto que os trabalhos terminem no fim do mês de Maio». O autarca elogiou «as competências técnicas, nomeadamente, a nível de segurança da estrutura», mas lembrou que também vai ficar muito mais agradável à vista, prometendo o autarca ilhavense «uma surpresa que vai ficar guardada até ao limite».
A data de abertura acordada entre a Câmara Municipal, o IEP – Estradas de Portugal e o empreiteiro é 24 de Maio, recordando Ribau Esteves que já se encontra em curso a obra de construção da pista ciclável que vai fazer a ligação Barra/Costa Nova.
O presidente da Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré, Manuel Serra, também se manifestou bastante satisfeito com o anúncio. «Já tínhamos feito sentir que era de todo o interesse abrir a ponte o mais rapidamente possível ao trânsito», lembrou. (notícia retirada do Jornal Diário de Aveiro)
Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008
Comboio de mercadorias Porto de Aveiro/Cacia
Será inevitável que a ferrovia para o Porto de Aveiro estrague a paisagem na ria?
É por todos reconhecida a importância estratégica da futura ligação ferroviária para o Porto de Aveiro.
A Ligação Ferroviária ao Porto de Aveiro constitui um investimento prioritário determinante e indispensável para aumentar atractividade deste equipamento, permitindo o alargamento do hinterland portuário à região de Castela e Leão. Esta ligação permitirá a articulação entre os elementos constituintes da plataforma logística multimodal polinucleada com uma área nas instalações portuárias e outra em Cacia, reforçando a competitividade da infra-estrutura portuária no seu conjunto.
Será o comboio de mercadorias, sendo essencial ao desenvolvimento da região, um projecto que se torne numa barreira entre a Cidade e uma boa parte da sua Ria?
Segundo a REFER “qualquer hipótese de alteração do projecto, (…), mostra-se à priori, infrutífera dado se considerar que a solução aprovada reúne os esforços possíveis, senão esgotados, do melhor enquadramento do traçado ferroviário para a ligação ao porto de Aveiro”.
A pergunta que fazemos é a seguinte: Será que para os habitantes de do distrito de Aveiro se justifica a construção da ferrovia com ligação porto de Aveiro – terminal de cacia, sabendo que essa construção implica uma grande mudança na paisagem da ria?
Nos próximos posts procuraremos por imagens desta obra de grande importância para a região, dando uma perspectiva da fase em que a construção se encontra.
Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008
Trabalho de campo
No dia 30 de Janeiro, alguns elementos do nosso grupo dirigiram-se a câmara municipal com o intuito de obter informações sobre projectos a desenvolver na nossa cidade. Ao entrarmos no edifício da Câmara Municipal e indicarmos o propósito da nossa visita, encaminharam-nos para o arquitecto João Ferreira, responsável pelo Departamento de Cultura, com o qual conversámos acerca de alguns projectos essenciais para o desenvolvimento do nosso trabalho.
Fomos recebidos pelo já referido arquitecto que se revelou muito prestável para connosco, tendo contribuído de forma construtiva com alguns concelhos, ideias para o nosso trabalho em desenvolvimento e também alguns contactos que se revelaram muito úteis para o nosso grupo. Em seguida, entrámos em contacto com as arquitectas Ilda Fonseca e Catarina Pereira para termos acesso a mais informações, incluindo planeamentos de diversas zonas da nossa cidade, e com as quais tirámos algumas dúvidas em relação ao tipo de informação à qual poderíamos ter acesso, de forma a orientar-mos, da melhor maneira possível, as nossas directrizes com o objectivo a atingir os fins propostos.
Reunimo-nos com as arquitectas no Centro Cultural de Congressos, onde falámos sobre alguns temas, como por exemplo: o Programa Polis, o Plano do Parque Desportivo, o Comboio de Mercadorias que irá ligar o Porto Comercial a Cacia e sobre o “Supercor” do El Corte Inglés, que poderá vir a existir em Aveiro.
Na aula seguinte de Área de Projecto, dirigimo-nos ao Centro Cultural de Congressos para uma reunião, marcada previamente, com a arquitecta Ilda Fonseca, do Departamento de Desenvolvimento e Planeamento Territorial, que nos facultou alguns documentos e plantas de algumas áreas da nossa cidade nas quais observámos os projectos de algumas zonas de Aveiro, como por exemplo, o “Plano do Centro”, “Plano da Baixa de Santo António” e o “Plano do estádio Mário Duarte”, nos quais observámos os tipos de construções que poderão vir a ser ali construídos.

No “Plano do Centro”, que consiste na zona circundante da antiga Fábrica Campos, actual Centro Cultural de Congressos (onde se encontra o atendimento ao público da Câmara Municipal de Aveiro), observámos os planos de construção de diversos edifícios que poderão conter comércio, habitação e serviços e também a planificação dos espaços públicos daquela zona. Nessa área da cidade, era possível encontrar, para além dos planos dos edifícios, o planificação de uma linha de metro de superfície, que poderia vir a ligar o Campus da Universidade de Aveiro à Estação de Comboios, prolongando, eventualmente, o trajecto da actual automotora que faz a ligação Águeda – Aveiro. No entanto, este projecto não é economicamente viável para a cidade, não sendo prevista a sua construção para um futuro próximo. Nessa zona verifica-se também a existência de um Barreiro, que pertencia à antiga Fábrica Campos, Barreiro esse de onde se retirava barro para alimentar a indústria, e onde foram encontrados fósseis (de tartaruga), sendo essa zona, por isso, um local de grande importância do ponto de vista científico, razão pela qual não serão efectuadas construções nessa área, encontrando-se esta, actualmente a céu aberto.
Nessa zona, encontra-se também uma capela, a capela de S. Tomás de Aquino (antiga propriedade da Fábrica Campos, utilizada pelos operários da fábrica) tendo esta construção sido destruída por um incêndio, e que virá a ser recuperada no futuro.
No plano da "Baixa de Santo António", a conhecida zona do Alboi, observámos que está planeada a existência de edifícios de habitação multifamiliar/ multifuncional naquela área da cidade que irá conter serviços, habitação e comércio. Quanto à zona do parque, em si, vai haver uma reabilitação da zona ajardinada que está contida nesse plano. Como pode ser observado pelo plano que está acima.
Quando interrogámos sobre o "Programa Polis", foi-nos dito que já tinha sido concluído este projecto, e que, durante o período em que se encontrou em vigor, contribuiu para a reabilitação de inúmeras zonas da nossa cidade, como por exemplo a zona da ria de Aveiro, a limpeza da cidade e da ria, entre outra coisas.
Em relação à reabilitação da zona que está incluida no plano do Estádio Mário Duarte, observámos que está previsto que seja demolido o estádio antigo e os edíficios adjacentes, estando prevista a construção de edificios do tipo de habitação, serviço e comércio, o que irá contribuir em muito para a reabilitação daquela zona da cidade, dado que, actualmente, a zona se encontra muito degradada, estando parcialmente abandonada (a zona adjacente ao estádio), estando, mesmo, em ruínas em algumas zonas.
Quanto ao "Supercor", em relação ao qual ocorreram alguns rumores sobre a sua vinda para a nossa cidade de Aveiro, as arquitectas que entrevistámos não adiantaram muita informação sobre o caso dado que não havia informação divulgada, embora nos tenham informado sobre a sua possível localização. Tal como as arquitectas que entrevistámos, os elementos do nosso grupo consideram que este seria um bom investimento para a cidade de Aveiro dada a popularidade deste centro de comércio, o que iria melhorar a nossa cidade nesse aspecto.
Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008
A Barra de Aveiro

A ideia de construção da Barra de Aveiro surgiu pelo facto de, noutros tempos, os rigorosos Invernos degradarem a Barra de Aveiro com areia, afectando os campos e salinas tornando-os em pântanos levando à decadência da economia da região, uma vez que da Barra dependiam o sal, a pesca na ria, o tráfego comercial, o movimento da frota bacalhoeira e, em tempos mais remotos, a apanha do moliço.
Em 1802, o Coronel Engenheiro Reinaldo Oudinot e o Capitão Engenheiro Luís Gomes de Carvalho, foram encarregados de elaborar um plano para a criação de uma nova Barra. Os planos foram feitos e aprovados ainda nesse mesmo ano.
Em 1927 a Junta Autónoma, presidida por Homem Cristo, contratou o Eng.º João Henrique von Hafe para dirigir as obras. Este apresentou um projecto de melhoramentos na Barra que consistia na construção de um molhe norte, paralelo ao molhe sul, mas prolongado 250 metros até ao oceano.
Em Julho de 1958 foram lançados os últimos blocos na super estrutura e, assim deu-se conclusão a uma das etapas da Engenharia Nacional, que é a Barra de Aveiro.
Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007
Casa Major Pessoa e a Arte Nova
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A "Casa Major Pessoa" foi construida em 1909 na rua Dr. Barbosa Magalhães, estando voltada para o canal central da ria de Aveiro. Obra arquitectónica de Francisco da Silva Rocha e projectada por Ernesto Korrodi, apresenta-se um monumento plenamente marcado pela «Arte Nova». Assumindo-se como um dos principais edificios de Aveiro, é dotado de uma fachada ornamentada em pedra e de uma traseira riquissima (ferros forjados e um original sistema de vãos desenhados, fronteiro a um jardinzinho privado e um alpendre). O interior é decorado por um mobiliario ondeante, de marca predominantemente curvilinea, complementado pelos seus famosos paneis azulejados.
Em 2008 a Casa Major Pessoa vai abrir oficialmente como museu, promovendo predominantemente a Arte Nova, na tentativa de divulgar este movimento artistico(com as primeiras bases no século XIX) de extrema importancia em Aveiro. Pretende-se a criação de um «Salão de chá Arte Nova»( situado no 1º piso do museu e de acesso livre), um « Laboratorio de Ideias» ( Promovendo as ideais desta arte multifacetada) e « Museu nas ruas da cidade»( convidando as pessoas a conhecer os demais manifesta desta arte em aveiro).
Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007
Aveiro, a Veneza de Portugal
A ria de Aveiro é um dos principais cartões de visita da cidade, servindo para passeios turísticos (onde se desfruta de uma maravilhosa paisagem) e para o trabalho dos próprios habitantes da cidade. Ocupando 11 000 hectares, dos quais 6 000 estão constantemente alagados. Nela desaguam o rio Vouga, o Antuã e o Boco , sendo a única comunicação com o mar um canal que corta o cordão litoral entre a Barra e S. Jacinto. Rica em peixes e aves aquáticas, possui grandes planos aquáticos, locais que proporcionam a prática de todo o tipo de desportos náuticos.
É impossível falar de Aveiro sem mencionar a Ria, uma vez que os sítios são conhecidos pelo o que têm de particular. Mas o que seria da imagem da ria sem a suas gôndolas ” características? Os moliceiros, os barcos de Aveiro, originalmente designados para a apanha do moliço, são direccionados actualmente para fins turísticos.
Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007
"Programa Polis-Aveiro"

O nosso trabalho pretende dar a conhecer aos cidadãos de Aveiro a cidade com que poderão contar no futuro. Visto que o programa Polis é um dos principais projectos em vigor para promover o desenvolvimento de Aveiro, da-mos a conhecer o âmbito em que se desenvolve e ao que se propõe:
“Objectivos e princípios orientadores"
O principal objectivo do Programa Polis consiste em melhorar a qualidade de vida nas cidades, através de intervenções nas vertentes urbanística e ambiental, melhorando a atractividade e competitividade de pólos urbanos que têm um papel relevante na estruturação do sistema urbano nacional. O Programa Polis pretende desenvolver um conjunto de intervenções consideradas exemplares, com base em parcerias, especialmente entre o Governo e as câmaras municipais, que possam servir de referência para outras acções a desenvolver pelas autarquias locais. Complementarmente serão apoiadas outras iniciativas locais com mérito, de um ponto de vista urbanístico e ambiental.
As iniciativas a apoiar pelo Programa centram-se em torno de quatro desígnios estratégicos e emblemáticos: Cidades Verdes, Cidades Digitais, Cidades do Conhecimento e do Entretenimento e Cidades Intergeracionais.
(…)
A riqueza e diversidade da vida urbana precisa basear-se no "interclassismo", no "interculturalismo" e na "intergeracionalidade", de forma a promover a coexistência e o entrosamento de diferentes estilos de vida no espaço urbano.”
Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007
O Futuro edifica-se sobre o conhecimento do passado
Aveiro foi elevada a vila, no século XIII, começando a desenvolver-se a povoação à volta da igreja principal (S. Miguel). Em 1434 foi concedido à vila o privilégio de realizar uma feira anual pela parte de D. Duarte, permanecendo até aos nossos dias, hoje conhecida por feira de Março.
A infanta D. Joana, filha de D. Afonso V, entrou no convento de Jesus, em 1472, onde viveria a sua vida e onde faleceria, ficando esse dia marcado como feriado municipal. A presença da filha do rei trouxe a Aveiro um novo papel no panorama nacional, favorecendo o seu desenvolvimento.
Em 1759, D. José I elevou Aveiro a cidade. Uma região, uma vila, uma cidade, uma magnifica situação geográfica, combinando aspectos preciosos para a fixação populacional, tornando-se um dos símbolos portugueses da vida a beira-mar, proporcionando a pesca, comercio marítimo e a salinagem, desenvolvendo e enfatizando o papel da região.
O nosso projecto
Ao longo do projecto pretendemos dar a conhecer, ao público em geral, um possível futuro de Aveiro, apresentando as inovações que poderão entrar em vigor nos mais diversos e variados ramos (como por exemplo indústria, ambiente, construção, etc.).